Sem ônibus, greve continua por tempo indeterminado
Rodoviários da Grande Belo Horizonte optaram por manter a greve por tempo indeterminado.
A decisão foi tomada durante uma assembleia na noite desta terça-feira (23) promovida pelo Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Belo Horizonte e Região.
Mais cedo, representantes do sindicato haviam decidido, no Tribunal Regional do Trabalho (DRT), pela suspensão da greve sob a condição de reabertura das negociações salariais com os patrões.
A Justiça chegou a ordenar multa diária de R$ 300 mil aos grevistas, mas suspendeu a liminar para tentar uma negociação com os trabalhadores. Segundo o Tribunal Regional do Trabalho, como os rodoviários decidiram manter a paralisação, a multa voltará a ser aplicada, retroativa, inclusive, ao dia de hoje.
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Os moradores da região metropolitana de Belo Horizonte que dependem do transporte publico estão sofrendo nos últimos dias.
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Greve com frota mínima de ônibus garantida na justiça
Belo Horizonte e cidades da região metropolitana sofrem com a falta de ônibus nas ruas.
Parte da população não conseguiu chegar ao trabalho.
Entre muitas outras reclamações, levaram o Ministério Público a tomar algumas atitudes.
Para que seja mantida uma cota mínima de 50% da frota de ônibus durante a greve dos rodoviários que acontece na Grande BH nesta segunda-feira (22) o Ministério Público do Trabalho (MPT) ajuizou na tarde desta segunda uma ação na Justiça.
O órgão pede, em caráter liminar, que caso não seja cumprido o exigido, o sindicato seja multado em R$ 30 mil a cada dia de descumprimento.
Belo Horizonte sem ônibus, greve geral a partir desta segunda
Motoristas e cobradores da região metropolitana de BH cruzam os braços a partir do primeiro minuto desta segunda-feira.
De acordo com os trabalhadores, a paralisação deve atingir Belo Horizonte, Contagem, Betim, Sete Lagoas e Itaúna.
A decisão foi tomada após uma assembleia realizada na tarde deste domingo (21), quando o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Belo Horizonte e Região (SttrBH) decidiu rejeitar a proposta do consórcio de empresas de Belo Horizonte (Setra-BH) e da Região Metropolitana (Sitran-MG) de aumento de 4,33% na remuneração.
Os trabalhadores exigem um aumento de 37%, além de outras melhorias trabalhistas, como redução da jornada de trabalho para seis horas, fim da compensação de horas e fim da circulação dos ônibus sem cobrador.
A possibilidade de greve já existia desde o último dia 4, quando os sindicalistas fizeram uma manifestação em frente à prefeitura.
Na ocasião, os trabalhadores chegaram a entregar a pauta de reivindicações da categoria para o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, e pediram que ele intercedesse junto às empresas.
Porém, 17 dias depois, o SttrBH afirma não ter recebido nenhuma resposta por parte da prefeitura.
Marcio Lacerda fala sobre prioridades para a capital
Marcio Lacerda garante que, para a Copa de 2014 as obras viárias básicas, da Pedro I, da Antônio Carlos, e os corredores de ônibus estarão prontas
Praticando meditação diariamente e fazendo ginástica três vezes por semana na academia que mantém em sua casa, o prefeito Marcio Lacerda (PSB) garante que, depois de oito meses e meio à frente da Prefeitura de Belo Horizonte, o estresse ainda não o alcançou.
Obras viárias e legalidade nas ruas têm sido duas das tônicas de sua administração. O espaço para a política clássica, garante, é pequeno.
Daí ele afirmar que, por enquanto, considera “distantes” as eleições de 2010 e que só a partir de março do ano que vem vai pensar no posicionamento que tomará com relação às disputas tanto em Minas Gerais quanto para a Presidência da República.
Mas não descarta concorrer à reeleição em 2012, ainda que neste momento não diga nem sim, nem não. Nesta entrevista, exclusiva para o Portal Hoje em Dia, ele fala dos projetos, das dificuldades, e do seu modo de ver a administração e a política.
Fiscalização de casos de gripe suína na fronteira com a Argentina só acontece em dias úteis
São Borja (Rio Grande do Sul) – A fiscalização sanitária no posto de fronteira da cidade de São Borja (RS) com a Argentina acontece apenas em dias úteis.
Mesmo diante dos casos de influenza A (H1N1) – gripe suína, fiscais da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) inspecionam somente veículos de transporte coletivo como ônibus e vans.
O trabalho consiste apenas em receber um documento preenchido pelos próprios passageiros, a maioria argentinos, que trata da situação de saúde de cada um. Antes de entrar no Brasil, eles não são sequer atendidos individualmente
o motorista do veículo é quem entrega os documentos ao fiscal da Anvisa.
Antonela Rodriguez, estudante de 16 anos, entrou no país acompanhada de parentes de Santo Tomé, cidade argentina próxima ao município brasileiro de São Borja.
Apesar de já ter visitado o Brasil diversas vezes, esta é a primeira vez que a família cruza a fronteira após o início da pandemia de gripe suína. Ela diz que esperava encontrar algum tipo de fiscalização sanitária, mas que isso não aconteceu.
“A fiscalização é muito importante simplesmente porque nossa vida está em risco. Na Argentina, também não há controle [para a entrada de estrangeiros na fronteira]. O único controle que há é o que as famílias fazem em suas casas. Nas ruas, não há. O risco de trazer a doença para cá exite”, disse.
Rivero Valtez mora na mesma cidade de Antonela e cruzou a fronteira para ir a uma festa em São Borja. Ele afirmou estar surpreso pela falta de fiscais dando orientação em relação à doença. “Esperava encontrar algo”, disse. “Não nos deram nem álcool em gel”.
Ele classificou o cenário de gripe suína em seu país como “severo”, mas admitiu que, com a ausência de controle sanitário brasileiro, tem medo contrair o vírus durante a estadia por aqui.
Estacionamento Rotativo de BH ficará mais caro a partir de 2ª
A partir de segunda-feira, o estacionamento rotativo em Belo Horizonte vai custar 8,33% mais caro. O talão de dez folhas sobe de R$ 24 para R$ 26 e a folha individual será vendida a R$ 2,60, contra os atuais R$ 2,40.
O talão com o novo preço será comercializado a partir de segunda-feira, mas as folhas com valor antigo valem por tempo indeterminado. Segundo informações da BHTrans, o reajuste foi calculado em função da variação dos custos operacionais desde o último aumento de preço, ocorrido em fevereiro de 2008.
O sistema de estacionamento rotativo de Belo Horizonte conta com 15.196 vagas físicas. Elas podem gerar 70.827 oportunidades de áreas de estacionamento em 603 quarteirões da capital, localizados na Região Hospitalar, Hipercentro, Savassi e Barro Preto.
De segunda a sexta, o sistema funciona de 8 às 18 horas; aos sábados, de 8 às 13 horas. Nos domingos e feriados não é necessário o uso do rotativo.
A folha do Rotativo é válida para utilização em qualquer dos tempos regulamentados e pode ser adquirida em um dos 650 postos de venda credenciados da capital.
Ônibus com novas cores
Ônibus das linhas metropolitanas mais coloridos, em tons fortes, e com a estampa do novo Centro Administratiuvo, começaram a circular ontem na Grande BH. Pintados de azul, vermelho e laranja, com toques de amarelo, o objetivo é facilitar a identificação pelo passageiro.
E na próxima semana, 145 veículos serão incorporados à frota, já com as novas cores.
Ao todo, a frota é composta por 2.400 ônibus, sendo 220 de pequeno porte. De acordo com Mônica Siebler, do Departamento Técnico do Sindicato de Empresas de Transportes de Passageiros Metropolitano, o novo colorido é para facilitar a indentificação à distância pelos usuários.
Segundo ela, os ônibus em cor azul fazem a ligação entre os municípios da RMBH, sem acessar a área central da capital. A cor laranja identifica os veículos que fazem também a ligação entre os municípios da RMBH, sem acessar a área central, mas que têm como destino ou origem os terminais de integração de ônibus, metrô ou estações.
Os vermelhos fazem a ligação da área central de BH com os demais municípios da Região Metropolitana, podendo ou não passar por um terminal de integração ou por uma estação.
Todos os veículos possuem elevador e espaços para pessoas obesas e cadeirantes.
“É mais uma evolução do sistema de transporte público da RMBH”, diz o secretário de Estado de Transporte e Obras Públicas, Fuad Noman.
A previsão é de que até 2010 todos os ônibus já estejam dentro do novo padrão. A restruturação do sistema teve início em fevereiro de 2008
Bilhetagem eletrônica entra em vigor em maio, na RMBH
Os vales-transporte de papel utilizados nos cerca de 3 mil ônibus gerenciados pelo Departamento de Estradas e Rodagem (DER), em circulação na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), serão vendidos somente até a próxima terça-feira, dia 5 de maio. Os passes em papel serão substituídos pelo sistema de bilhetagem eletrônica, implantado para testes nos ônibus do sistema metropolitano em novembro de 2008. Usuários que têm vínculo empregatício já estão usando o cartão Ótimo. Os demais passageiros poderão comprá-lo a partir da próxima segunda-feira.
Os vales de papel serão aceitos até o dia 30 de junho. Depois dessa data, os que não forem utilizados deverão ser trocados por créditos eletrônicos no posto do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros Metropolitano (Sintram) do Bairro Floresta (Rua Aquilles Lobo, 504), na Região Leste da capital, de 1º a 20 de julho.
O gerente comercial do cartão Ótimo, Paulo Henrique Diniz, estima que cerca de 550 mil passageiros que utilizam o sistema metropolitano diariamente fazem uso do vale-transporte. Desses, 90% já migraram para a bilhetagem eletrônica. Os primeiros compradores foram as empresas para atendimento aos funcionários, em substituição ao vale de papel. Para esse tipo de usuário, a recarga dos créditos pode ser feita no site do cartão Ótimo ou nos postos do Sintram.
Os passageiros que não têm vínculo empregatício, e pagam a passagem com dinheiro ou vale, poderão comprar o cartão Ótimo Cidadão no posto do Sintran no Bairro Floresta. Para esses, o Sintram vai comercializar dois tipos de cartões: o identificado e o não identificado.
O primeiro será disponibilizado em comodato e vai permitir o ressarcimento dos créditos eletrônicos em caso de perda ou roubo. Já quem optar pela segunda opção deverá pagar uma taxa de R$ 5 pelo casco e, em caso de extravio, não terá como reaver os créditos comprados. Para adquiri-lo, o usuário deverá apresentar a Carteira de Identidade, CPF e comprovante de endereço.
O gerente comercial disse ainda que o Sintram e a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) estão discutindo a integração das passagens entre os ônibus do sistema metropolitano e o metrô da RMBH. “Isso deve ocorrer dentro de três meses”, prevê. A integração é feita hoje por meio de vale-transporte de papel, do próprio metrô. Os órgãos avaliam a compatibilidade do sistema.
Já os passageiros que utilizam os ônibus gerenciados pela BHTrans não terão a facilidade de integração entre os cartões BHBus e o Ótimo, pelo menos por enquanto. “Hoje, o usuário tem que ter os dois cartões. A BHTrans e o DER estão conversando sobre uma possível integração, mas não sabemos se realmente vai acontecer”, afirmou Paulo Henrique.
Projeto leva livros a espaços públicos de Minas Gerais
Nem o arrancar, nem as freadas dos ônibus que chegam e saem da rodoviária desta cidade do Sul de Minas interferem na concentração do auxiliar de enfermagem Joaquim Cândido da Silva, que continua lendo seu livro em umas das cadeiras do saguão do terminal. Ele é um dos que aderiram a uma espécie de “mania” entre os passageiros, desde que foi implantado no local uma célula do projeto “Letras para Todos”.
“Moro no município vizinho de Piranguinho e passo todos os dias pela rodoviária para ir ao trabalho. Essa ideia de livros disponibilizados para quem passa por aqui é ótima e deveria ser espalhada por outras cidades”, diz Silva. Se o auxiliar de enfermagem gostar do livro que está lendo, poderá levá-lo para casa, sem nenhum custo, preencher fichas ou ter que devolvê-lo.
A proposta, que levanta a desconfiança de algumas pessoas inicialmente, vem ganhando adeptos. A maioria acaba mesmo revirando a pilha de livros em busca de um título que desperte o interesse e o leva para casa.
Com apenas 6 anos, Giovana Silva Otobonni está entre esse novo clube de leitores. “Minha tia sabe que eu gosto de ler, viu um livro do Monteiro Lobato e o trouxe para mim. Eu já li vários livros, mas não conhecia o Reinações de Narizinho. Gostei muito e já fui lá buscar outros”, confirma. A pequena leitora garante que gosta mais dos livros do que de assistir a desenhos animados na TV.
A secretária de Governo de Itajubá e idealizadora do projeto, Célia Rennó, ressalta que as reações como a da pequena leitora Giovana são a maior recompensa e a confirmação de que para se ter leitores, basta criar uma oportunidade. “Esse projeto é algo muito simples, porque apostamos na máxima de que para incentivar a leitura bastam apenas duas coisas: um livro e um leitor. Estamos tentando multiplicar esses pares na medida do possível”, diz.
Ela conta que teve a ideia quando percebeu que as pessoas ficavam sentadas, sem fazer nada, nas cadeiras do saguão da prefeitura esperando para conversar com algum secretário ou prefeito. “Resolvemos, então, disponibilizar livros e revistas para eles e percebemos que o interesse foi grande. A partir daí, tivemos a ideia de fazer uma campanha para arrecadar mais exemplares para colocar também na rodoviária”, conta.
Os livros e revistas arrecadados para o projeto recebem um carimbo como forma de identificação. “Todo esse material é fruto de doações. O carimbo é uma espécie de controle de qualidade, afinal, não vamos oferecer ao leitor qualquer coisa, pois isso iria contra o propósito de agregar algum conhecimento válido com esta leitura”, ressalta Célia Rennó. Depois de lido, o material pode ser novamente doado ao projeto.
Célia já estuda levar os livros e revistas a cada unidade básica de saúde do município.
“As pessoas ficam muito tempo aguardando por uma consulta médica, um atendimento. Uma boa leitura pode acrescentar algo”, avalia. De acordo com a secretária de governo, há nas escolas do município vários projetos de incentivo à leitura, desenvolvidos com muito êxito. Mas, para os adultos, não existe a mesma oferta. “O incentivo à leitura feito pelas escolas acaba ficando por lá, já que nas famílias não há esse hábito”, diz.
Itajubá já se destaca nas pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) como um dos municípios de Minas Gerais com a maior proporção em relação ao número de habitantes de pessoas com formação superior e nível de escolaridade de um modo geral. “Quem sabe ainda seremos reconhecidos também como uma cidade que lê”, almeja Célia.
Se depender de incentivadoras como Isabel de Oliveira, esse dia chegará. Ela levou o sobrinho Lucas, de 9 anos, para conhecer o projeto e ele aproveitou para escolher um livro. “Tem que incentivar o que é bom”, defende a tia.
Nova rodoviária vai exigir acesso eficiente
Um acesso mais eficiente entre o Anel Rodoviário e a Via Expressa (Avenida Tereza Cristina) é a única alteração que a BHTrans já tem certeza de ser necessária para a construção da nova rodoviária, no Bairro Calafate, Oeste de Belo Horizonte. As demais obras indispensáveis para o empreendimento só serão conhecidas em julho, quando terminam os estudos de impacto viário e urbano que serão contratados pela Prefeitura de Belo Horizonte no final deste mês, com a conclusão do processo licitatório, iniciado no sábado passado.
“A conexão entre o Anel e a Via Expressa é muito precária hoje e precisaria ser melhorada. Isso é certo. As demais alterações só serão conhecidas ao fim das simulações feitas pela empresa que vencer a licitação”, disse o diretor-presidente da BHTrans, Ramon Victor Cesar. Os estudos foram necessários depois que a BHTrans chegou à conclusão de que seus técnicos precisariam de uma consultoria externa para auxiliar o prefeito Marcio Lacerda (PSB) a decidir se a Região Oeste é mesmo a melhor opção para abrigar o novo terminal.
Os estudos apontarão os impactos de um acréscimo de 2.800 ônibus e 35 mil pessoas, entre fornecedores, comerciantes e passageiros, ao fluxo do Calafate, Coração Eucarístico e Prado. O vencedor da licitação será conhecido no próximo dia 27.
Outra intervenção dada como certa por engenheiros especialistas é o encarecimento da obra. De acordo com o consultor em Transporte e Trânsito Osias Baptista Neto, além das ligações com o Anel Rodoviário, seria preciso também um acesso à Avenida Dom Pedro II. “Apenas a Via Expressa não vai resolver. Também a Via 710, prevista para conectar a Pedro II, precisaria sair logo. Tudo isso tem um custo considerável”.
Como pontos positivos do Calafate, Baptista Neto identifica a proximidade com a linha do metrô e a distância do Hipercentro. Considera que seria importante aumentar a área construída, prevista em 75 mil metros quadrados, para evitar uma vizinhança invadida no futuro. “A área é uma ilha cercada pela Tereza Cristina, Silva Lobo e os trilhos da estação. Só que menos da metade dessa ilha seria usada. O projeto seria melhor aproveitado se fosse ampliado”, avalia.
O custo total das obras e as reformas do antigo Terminal Governador Israel Pinheiro(Tergip), na Praça Rio Branco, Centro da capital, foram estimados em R$ 55 milhões, seguindo as diretrizes da Parceria Público-Privada (PPP). O local poderá se transformar em terminal metropolitano. O vencedor da licitação terá direito de explorar os terminais por 30 anos.
Já durante a Semana Santa, para tentar evitar atrasos e congestionamentos de trânsito, a exemplo do que ocorreu no Carnaval, com o embarque previsto de 80 mil pessoas, neste feriado prolongado, será ampliado o número de agentes da BHTrans, guardas municipais, policiais militares e civis no Tergip e entorno.
A BHTrans também vai implantar um esquema para chegada e saída das pessoas à rodoviária, sendo que foi criada uma área de estocagem para os ônibus na Avenida do Contorno, próximo ao terminal.
Nenhuma empresa vai poder emitir passagens extras sem o consentimento do terminal. Já está certo que haverá 154 ônibus extra na quarta-feira, 344 na quinta-feira, e 144 na sexta-feira. O esquema permanecerá até o dia 10, por volta das 14 horas, e será retomado no domingo, às 16 horas, até a manhã de segunda-feira. As viagens intermunicipais lideram a preferência, sobretudo Ouro Preto, Mariana, Tiradentes, Congonhas, São João del-Rei e Diamantina.
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